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Páscoa 2022

Esta carta do pároco foi distribuída por todas as casas da paróquia

 PARÓQUIA DO SENHOR DO SOCORRO

 

 PÁSCOA 2022

 Caro(a) paroquiano(a):

Como de costume, por esta altura da Páscoa, dirijo-me a si, como seu pároco, para, com amizade, lhe desejar uma Santa e Feliz Páscoa! Que o Senhor ressuscitado lhe traga muita saúde, paz e alegria!

Este ano voltamos a ter Visita Pascal, mas num só dia: Domingo. Mas disso falo mais à frente.

Como acontece em outras paróquias, o envelope timbrado da paróquia em que segue esta mensagem de Páscoa, pode ser usado para entregar o seu Folar na Visita Pascal, depois de, se quiser, escrever nele o nome do chefe de família e respetiva morada. Mesmo que, por alguma razão, não abra a porta à Cruz na Visita Pascal, pode também fazer-me chegar o Folar Pascal no envelope, com o nome do chefe de família e morada, pelo meio que achar mais conveniente. Como de costume, destinarei o folar, que é um presente pessoal indicativo da amizade e gratidão pelo trabalho do pároco, ao pagamento das obras de construção da nova igreja paroquial. A Côngrua Paroquial, contributo das famílias da paróquia para o sustento do pároco, e que tenho também destinado sempre para a igreja nova, à semelhança da maioria das paróquias será entregue nos meses de setembro e outubro, início do novo Ano Pastoral. Informo também que pode partilhar o seu contributo para o pagamento da igreja nova através da conta do BS: PT50 0018 212203436876020 17. Cada mês temos de conseguir os cerca de 2700 euros para amortizar o empréstimo inicial de 350 mil euros, isto até julho de 2025. Já não falta muito! Desde já lhe agradeço e peço ao Senhor que o(a) recompense pelo contributo com que possa partilhar para a sua paróquia. 

Este ano, há mais um motivo para celebrarmos a Páscoa com mais alegria e fé. O nosso Agrupamento de Escuteiros 343 acabou de celebrar os seus 50 anos de existência na nossa paróquia, as suas Bodas de Ouro, a 7 de março passado. Além de outras iniciativas do programa de comemorações, infelizmente todas condicionadas pela pandemia, foi publicado um livro comemorativo intitulado “Memórias e Histórias – 50 anos a caminhar (1971-2021)”. Pode ser pedido ao Agrupamento 343 ou à Paróquia, comparticipando com 10 euros para as despesas da edição. 

Depois de 2 anos de ausência de manifestações públicas na vivência da maior festa cristã – a Páscoa –, devido à pandemia, regressamos à celebração da Páscoa com a normalidade possível, incluindo a Visita Pascal, com a condicionante imposta pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) de se evitar o beijo na Cruz Pascal, podendo ser substituído por uma vénia à Cruz. 

Como pároco, peço também contenção, quer nos ajuntamentos, sobretudo se forem dentro das casas e muito demorados, quer na partilha da mesa com os membros do Compasso Pascal. 

Como disse no início, e tal como já estava decidido em Conselho Pastoral Paroquial (CPP) no ano 2020 sem se ter podido realizar devido à pandemia, começaremos este ano, à experiência, a realizar a Visita Pascal num só dia, sempre no Domingo de Páscoa. Assim, este ano, quem costumava ter Visita Pascal no domingo (ano par: toda a zona da paróquia que fica para norte da rua do Senhor do Socorro até à linha férrea e toda a zona por cima da rua dos Sobreiros) terá Visita Pascal no Domingo de Páscoa de manhã. E quem costumava ter Visita Pascal na segunda-feira (ano par: toda a zona da paróquia que fica para sul da rua do Senhor do Socorro e toda a zona entre a linha férrea e o mar) terá Visita Pascal no Domingo de Páscoa à tarde. 

Alternando a presidir à Visita Pascal entre as duas paróquias que me estão confiadas pastoralmente, Areosa e Senhor do Socorro, este ano par calha-me a mim, como pároco, a presidir ao Compasso Pascal do Senhor do Socorro, podendo, por isso, fazer a bênção solene sobre as casas novas que estejam por benzer. 

Vão a seguir os horários das Celebrações Pascais. 

Domingo de Ramos

Dia

Hora

 

10

09h45

Concentração para a bênção dos Ramos, na Rua do Bom Pastor, junto ao Cruzeiro novo colocado pela Junta de Freguesia de Areosa, seguindo-se a procissão de Ramos em direção à Igreja Paroquial, onde decorrerá a Celebração Eucarística com a narração da Paixão de Cristo

 

 

 

Tríduo Pascal

Dia

Hora

 

14

19h15

Celebração da Última Ceia de Cristo

15

19h15

Celebração da Paixão e Morte do Senhor

16

20h30

Celebração da Vigília Pascal da Ressurreição do Senhor

 

 

 

Páscoa do Senhor

Dia

Hora

 

17

08h30

Eucaristia

17

09h15

Saída da Visita Pascal

VISITA PASCAL

Para facilitar a vida à Equipa do Compasso, peço que em todas as casas a visitar haja algum sinal bem visível na rua, junto à entrada da casa, sendo tradicional a colocação de verdes e/ou pétalas de flores. Às pessoas que habitam em prédios com vários andares, peço também o favor de colocarem alguma indicação acerca de quem pretende receber a visita da Cruz naquele prédio: ou pôr-se uma pessoa à entrada do prédio para indicar os andares a visitar, ou então colocar na porta de entrada, em local bem visível, uma folha de papel com a mesma indicação.

Como já disse atrás, a Visita Pascal este ano será feita num só dia, no Domingo de Páscoa

Porque continua a haver algumas hesitações em relação ao trajeto percorrido pelo Compasso Pascal, além do mapa habitual, enuncio a seguir um itinerário resumido, a seguir ao longo do dia. Chamo a atenção que a linha que divide o espaço a percorrer em cada uma das partes do dia, manhã e tarde, é a Rua do Senhor do Socorro e a Avenida 2 de Fevereiro e que a parte junto ao monte, acima da Rua dos Sobreiros, une-se toda à parte norte da paróquia, que será de manhã.

Domingo de manhã: Começa na Rua do Senhor do Socorro, abrangendo os prédios do lado norte. Entra pela Rua da Povoença, mas não vira à esquerda, antes seguindo pela Rua de Mosqueirós até ao Café Flor do Monte, subindo depois pela esquerda e descendo pela direita a fazer o resto da Rua de Mosqueirós. Vira depois para a  Rua Luís Filipe e desce esta chegando novamente à Rua do Senhor do Socorro. Continuando a subir por esta, entra na parte norte da Rua Luís Filipe. Depois de fazer esta, sobe pelas escadas para a Rua Filipe Terzi até à Rua Mestre Aníbal, fazendo esta até à Rua do Senhor do Socorro e subindo depois à Rua dos Sobreiros. Faz os prédios do lado esquerdo desta, seguindo para norte até à rampa da Pedreira, subindo por esta para a Rua das Barreiras (Caminho do Monte). Faz as casas desta no sentido sul até ao limite da paróquia e desce nas escadas estreitas para a Rua dos Sobreiros. Faz depois as casas do lado direito desta, para norte, até à Rua de Santo António. A descer, faz todas as casas da Rua de Santo António e volta depois à Rua de Santo André, fazendo todas as casas desta, para norte. No final desta, desce as escadas para a Rua de S. João e vira para sul, fazendo todas as casas desta.

Recomeça depois na Rua Verde Gaio, para norte, e desce para a Travessa dos Sobreiros, seguindo para sul para a Rua da Povoença, fazendo o Bairro Cónego Constantino e todo o resto da Rua da Povoença pela esquerda, voltando até entrar na Rua A-ver-o-mar. Desce esta e entra na Rua da Moura até à Rua S. Pedro de Areosa. Desce esta e volta à esquerda para a Rua do Bom Pastor. Desce depois pela Rua de Figueiredo, entra na Rua Colégio Maria Claret e segue até à Rua Somavica. Atravessa depois junto ao Viaduto para a Avenida 2 de Fevereiro, seguindo depois até à Igreja.

Domingo de tarde: Começa na Rua do Senhor do Socorro, abrangendo os prédios do lado sul, entra pela Rua do Lamoso até à Rua Carolino Ramos e depois desta segue pelo resto da Rua do Lamoso e depois sobe para a Rua Alberto Sousa. Ao chegar novamente à Rua do Senhor do Socorro, continua nesta para cima até à Rua Luís Filipe, fazendo todos os prédios desta que ficam a sul da Rua do Senhor do Socorro. Sobe depois pela Rua Aleixo Queirós Ribeiro, passando à Rua Arquitecto Miguel Nogueira. Ao chegar novamente à Rua do Senhor do Socorro, continua a subir por esta, entra pela Rua Arquitecto Ventura Terra até chegar novamente à Rua Aleixo Queirós Ribeiro. Desce então por esta para a Rua Sport Clube Vianense, fazendo todos os prédios desta.

Desce depois pela Rua Cidade de Riom, entra no Largo João da Rocha Frei e volta à Rua Cidade de Riom. Continuando a descer por esta, entra na Rua Cidade do Recife e desce depois à Rua de Ziguinchor. Tendo voltado atrás à Rua Cidade do Recife, segue até à Rua de Lencastre e regressa à Rua Cidade de Riom. Continuando esta, entra na Rua do Campo da Areia e continua pela Rua de Ourense até chegar novamente à Rua Cidade de Riom. Continua esta até à passagem de nível, entra na Estrada Nacional, indo pela esquerda até ao limite da paróquia (linha entre a Somartis e o Restaurante Costa Verde). Passa depois à parte da Estrada Nacional do lado do mar seguindo para norte até à zona do Viaduto. Daí volta para sul, terminando no Cruzeiro do Senhor do Socorro.

 itinerario 

HORÁRIO DA VISITA PASCAL: De manhã sai pelas 9,15 horas (fim da Missa das 8,30 h.) e de tarde sai pelas 14,30 horas. 

A todos desejo uma Santa e Feliz Páscoa!

  

O vosso pároco: ________________________

 (Pe. Manuel José Torres Lima)

 

Santos Inocentes - Nuno SP

Santos Inocentes - Nuno Serras Pereira

 

27. 12. 2006

 

Ao longo da história não há memória de alguém se ter escandalizado com os qualificativos de tirano cruel e feroz sanguinário atribuídos ao rei Herodes por ele ter mandado passar a fio de espada as crianças de Belém e seus arredores. Nem tão pouco se tem notícia de qualquer acusação de violência verbal a quem tenha recorrido a esses epítetos ou a outros ainda mais fortes. E a razão é simples: os termos usados são adequados à descrição do acto brutal que deu origem ao sucedido. Nos dias de hoje, porém, relativamente a alguns assuntos, repito, exclusivamente em relação a algumas questões, tem-se por falta de elevação e por afronta descabelada o recurso aos termos mais precisos e rigorosos, de que a nossa língua dispõe, para representar o que se passa. Em vez de se chocar com o horror do que é relatado a maioria detém-se melindrada com as palavras que o transmitem. Não considera nem se ofende com o mal existente, mas toma-se de fúrias com quem o aponta ou mostra.

Continuar...

 

Campanha de Natal Caminheiros

Os caminheiros lançaram uma campanha de angariação de bens alimentares para famílias carenciadas na altura do Natal. Para isso vão realizar uma recolha de alimentos nos próximos fins de semana, conforme circular em anexo. Pede-se a colaboração de todos!

Campanha de Natal 2020

 

Síntese Regras Missa em tempo de Covid

Regras para a Celebração da Eucaristia em tempo de Covid-19

Paróquia do Senhor do Socorro

  1. Obrigatória a colocação de máscara e a desinfeção das mãos à entrada. A porta da igreja só é aberta 30 minutos antes do início das Missas, para quem queira rezar o terço.
  2. Ocupação dos bancos nos lugares marcados com fita verde, para manter a distância de segurança de 1,5 a 2 metros. Pessoas da mesma casa podem ficar juntas. Não há lugares reservados na assembleia, de uma Missa para outra. Por isso, cada um, ao entrar, escolhe um que ainda esteja vago dos que estão marcados com fita verde.
  3. As portadas entre a igreja e o salão paroquial estarão sempre abertas para haver mais espaço de celebração. A galeria superior, devido ao acesso pelas escadas e pelo elevador tornar mais difícil manter a distância de segurança, estará, habitualmente, fechada. Só poderá, eventualmente, ser aberta em celebrações especiais de grande afluência de pessoas, exigindo, nesse caso, uma especial intervenção da equipa de acolhimento para ajudar a manter a distância de segurança.
  4. Não haja flores nos altares, exceto por algum motivo muito especial. Apenas pode haver sempre um pequeno arranjo de flores junto do altar da Missa. Sejam retiradas da igreja passadeiras e tapetes.
  5. O terço, livros de orações, telemóvel ou outros objetos não podem ser pousados nos bancos da igreja, mas guardados no bolso.
  6. Durante a Missa, para manterem sempre a distância de segurança, as pessoas devem estar sempre no mesmo lugar, junto ao banco, de pé ou sentadas. Mesmo no momento da consagração devem manter-se de pé. O genuflexório foi levantado e preso ao banco para que não possa ser utilizado.
  7. Haja um só leitor, a ler do ambão. Só poderão ser vários se forem do mesmo agregado familiar. Os sacerdotes leem sempre do altar.
  8. Haja um só acólito ou nenhum. Se houver, usará máscara e apenas colocará e retirará do altar a bandeja ou bandejas com os objetos de culto, sem lhes tocar.
  9. Uso de máscara obrigatório para toda a assembleia, só podendo ser retirada para comungar. Só o sacerdote, o leitor e um pequeno grupo de cantores, devidamente afastados da assembleia e mantendo entre si a distância de segurança, podem exercer o seu ministério sem máscara.
  10. O gesto da paz continua suspenso.
  11. O diálogo da Comunhão - «Corpo de Cristo - Amém» faz-se de forma coletiva com toda a assembleia, distribuindo-se a comunhão em silêncio.
  12. Ministros da Comunhão, incluindo sacerdotes, colocam máscara e desinfetam as mãos antes de começar a distribuir a Comunhão.
  13. Cada um comunga no seu lugar e sempre na mão. Quem não comunga, deve estar sentado, para indicar isso ao ministro da comunhão.
  14. O ofertório é à saída da igreja, havendo, para isso, uma cestinha de cada lado da porta.
  15. O boletim paroquial é entregue em mão à saída da igreja, pela equipa de acolhimento.
  16. Evitem-se aglomerados de pessoas no adro depois da saída.
  17. A entrada e saída da igreja, por haver bastante espaço no hall de entrada, será pela porta principal. Sairá uma fila de bancos de cada vez, a começar pelos mais próximos da porta. Havendo pessoas no salão paroquial, serão as primeiras a sair, também por filas de bancos, a começar pelas mais próximas, para que nunca haja cruzamento de pessoas. Em dias especiais com muita gente no salão, poderá ser indicado também o uso da porta do salão do lado Este, para a saída dos que ocuparam o salão. Durante a saída, mantenha-se a distância de segurança.
  18. No final da Celebração, há desinfeção do chão, dos bancos e maçanetas das portas bem como objetos de culto usados e abrem-se as portas para arejamento.
  19. Respeitem-se as orientações do pároco e da equipa de acolhimento. Sigam-se as regras de higiene e segurança constantes nos cartazes da DGS afixados.
  20. Convidam-se as pessoas a participar apenas numa das celebrações dominicais (sábado ou Domingo).
  21. As pessoas que se sintam doentes, com febre ou tosse ou pertençam a grupos de risco, não devem participar nas celebrações. A paróquia não se responsabiliza por qualquer eventual contaminação.

O Pároco: Pe. Manuel José Torres Lima

 

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A Paróquia

A ParóquiaOs factos mais relevantes da jovem Paróquia do Senhor do Socorro: História, Pároco, horários, contactos e localização.


 

Nota da Conferência Episcopal Portuguesa CELEBRAR E VIVER A FÉ EM TEMPO DE PANDEMIA

icon Nota da Conferência Episcopal Portuguesa CELEBRAR E VIVER A FÉ EM TEMPO DE PANDEMIA

1. Os Bispos de Portugal vivem na fé e na confiança a presente situação de pandemia, fazendo suas as dificuldades e sofrimentos dos concidadãos. Em particular, veem preocupados o alastrar da Covid-19, com riscos agravados para a vida e saúde de tantos irmãos e irmãs. Dada a gravidade da situação, apelamos a todos para que adotem comportamentos responsáveis nos mais diversos setores da sua vida e atividade e respeitem as determinações das autoridades constituídas, com o objetivo de travar e controlar a vaga de contágios. Em particular, este comportamento responsável deve ser vivido após as celebrações litúrgicas mais festivas (Batizados, Comunhões, Crismas e Casamentos), evitando sempre as concentrações fora das igrejas e nas próprias casas. 

2. Recordamos que, segundo a lei litúrgica, a celebração do Domingo começa com as primeiras vésperas. A lei canónica alargou o tempo útil para a participação na Missa de preceito para a tarde precedente. Trata-se de uma lei geral da Igreja que só pode ser alterada pela Sé Apostólica. A impossibilidade de cumprir o preceito dominical não dispensa ninguém – nem mesmo quem não pode ou não deve sair de casa por motivos alheios à sua vontade – de cumprir o mandamento divino de santificar o dia do Senhor. Isso pode fazer-se de múltiplas formas, vivendo na alegria espiritual o dia da ressurreição do Senhor Jesus: participar na Eucaristia no sábado ou noutro dia da semana; realizar com amor os serviços da convivência familiar, sem descurar o conveniente repouso do corpo e do espírito; dedicar um tempo razoável à oração pessoal e, se possível, em família, com a leitura da Sagrada Escritura e outros exercícios de piedade; unir-se espiritualmente, se possível, a alguma celebração eucarística transmitida pela rádio, televisão ou internet; estabelecer contacto, pelos meios disponíveis, com familiares, amigos e conhecidos, privilegiando os que mais sofrem a doença ou a solidão; estar solidariamente atentos às necessidades e alegrias dos vizinhos.

3. Caso não seja possível a realização da catequese presencial, pedimos aos catequistas para se manterem em contacto com os catequizandos e suas famílias e que, grupo por grupo, vão avaliando as possibilidades de lhes proporcionarem este serviço: por meios digitais e outros, direcionados preferentemente aos pais, no caso da catequese da infância, para que sejam estes, como primeiros catequistas, a transmitirem aos seus filhos a mensagem cristã. Em todo o caso, responsabilizem-se os pais pelo acompanhamento dos filhos durante eventuais sessões de catequese à distância para os ajudarem a concentrar-se nas mesmas e para esclarecer as incompreensões e dúvidas que os filhos possam ter; sem este envolvimento da família, a catequese por meios digitais será uma ilusão. 4. Damos graças a Deus pelo trabalho dedicado e criativo dos sacerdotes, diáconos e agentes pastorais, ao serviço das comunidades, Instituições Particulares de Solidariedade Social e capelanias, para viver, partilhar e encorajar a fé que produz esperança e confiança na presença de Deus que nos ajuda a superar as dificuldades presentes e a ir ao encontro de quem mais precisa. 5. Confiamos todos vós, as vossas famílias e as vossas comunidades ao amparo de Santa Maria, Senhora do Rosário de Fátima e Mãe da Igreja, pedindo, por sua intercessão, que o Senhor nos confirme na fé e na caridade, nos ajude a superar esta crise e a colaborar na construção de um mundo mais solidário e fraterno.

Fátima, 13 de novembro de 2020

 

A Nova Igreja

A Nova IgrejaConheça a Nova Igreja e Centro Paroquial do Senhor do Socorro, aberta ao culto em 06/02/2011, e Dedicada em 02/02/2014, no 45.º aniversário da criação da paróquia. Contribua com o seu donativo para esta obra, para ajudar a Paróquia a pagar o empréstimo a que teve de recorrer para a conseguir concluir.

 Para contribuir: transferência bancária - ST IBAN PT50 0018 212203436876020 17

 

Actualidade

ActualidadeInformação actual paroquial e do mundo católico: boletim paroquial, eventos, artigos na ordem do dia do cristão...